Olá pessoal, hoje nós vamos falar sobre esquizofrenia, mas você sabe o que é?

A esquizofrenia é um transtorno mental caracterizado pela perda de contato com a realidade (psicose), alucinações (é comum ouvir vozes), falsas convicções (delírios), pensamento e comportamento anômalo, redução das demonstrações de emoções, diminuição da motivação, uma piora da função mental (cognição) e problemas no desempenho diário, incluindo no âmbito profissional, social, relacionamentos e autocuidado.

A esquizofrenia é um grande problema de saúde pública em todo o mundo. O transtorno pode afetar os jovens no momento exato em que estão estabelecendo a sua independência e pode ter como resultado incapacidade e estigma durante toda a vida. Em termos de custos pessoais e econômicos, a esquizofrenia encontra-se entre os piores transtornos que afetam a humanidade.

A esquizofrenia afeta aproximadamente 1% da população, e ocorre na mesma proporção em homens e mulheres. Nos Estados Unidos, por exemplo, a esquizofrenia é responsável pelo afastamento de uma em cada cinco pessoas que solicitam dias de dispensa no seguro social, bem como por 2,5% dos gastos com todo o serviço de saúde. No Brasil essa é uma doença que acomete aproximadamente 150 mil pessoas. A esquizofrenia é mais frequente do que a doença de Alzheimer e a esclerose múltipla.

QUAIS SÃO AS CAUSAS DA ESQUIZOFRENIA?

A causa exata da esquizofrenia não é conhecida, mas uma combinação de fatores, como genética, ambiente, estrutura e química cerebrais alteradas, pode influenciar. “Estudos apontam que ocorre algum defeito na produção ou na ação de um neurotransmissor chamado dopamina”, conta o psiquiatra Ary Gadelha de Alencar, da Universidade Federal de São Paulo.  Há décadas que cientistas do mundo inteiro buscam testes e exames que comprovem e agilizem o diagnóstico prévio da doença, pois por conta do diagnóstico tardio o individuo acometido por esse transtorno deixe de conseguir tratamento rápido e eficaz e com um prognóstico favorável a longo prazo. Mas, infelizmente, essa não é a realidade na grande maioria dos casos.

 

 

FIQUE ATENTO AOS SINTOMAS

Se você vê em alguma pessoa ou familiar os seguintes sintomas fiquem alerta e busque ajuda profissional o quanto antes.

  • delírios(ideias delirantes, pensamentos irreais, “ideias individuais do paciente que não são partilhadas por um grande grupo”, como, por exemplo, um indivíduo que acha que está a ser perseguido pela polícia, ou ainda, que implantaram um chip em seu cérebro e estão escutando e vigiando suas ações.
  • alucinações, percepções irreais de audiçãovisãopaladarolfatoou tacto, sendo mais frequentes as alucinações auditivas e visuais;
  • pensamento e discurso desorganizado (confusão mental), elaboração de frases sem qualquer sentido ou invenção de palavras;
  • alterações visíveis do comportamento, ansiedade excessiva, impulsos ou agressividade constante na fase de crise.

 

TIPOS DE ESQUIZOFRENIA

A esquizofrenia pode ser classificada em diferentes tipos, de acordo com os principais sintomas que a pessoa apresenta. No entanto, segundo a DSM V (Manual de diagnóstico de Saúde Mental) , que faz a classificação de vários transtornos mentais, já não se considera a existência de vários subtipos, uma vez que acordo com vários estudos não se observam diferenças na evolução e no tratamento de cada subtipo.

Assim, os principais tipos de esquizofrenia são:

1. Esquizofrenia paranoide

É o tipo mais comum, em que predominam os delírios e alucinações, principalmente o ouvir vozes, sendo também comum alterações do comportamento, como agitação, inquietação.

2 – Esquizofrenia catatônica

É caracterizada pela presença do catatonismo, em que a pessoa não reage de forma correta ao ambiente, havendo movimentos lentos ou paralisia do corpo, em que se pode permanecer na mesma posição por horas, lentidão ao falar ou até não falar, repetição de palavras ou frases que alguém acabou de dizer, como também a repetição de movimentos bizarros, realização de caretas ou olhar fixo.

É um tipo menos comum de esquizofrenia, e de tratamento mais difícil, havendo risco de complicações como desnutrição ou autoagressão, por exemplo.

3. Esquizofrenia hebefrênica ou desorganizada

Predomina o pensamento desorganizado, com falas sem sentido e fora do contexto, além de ser comum a presença de sintomas negativos, como desinteresse, isolamento social e perda da capacidade de realizar atividades do cotidiano.

4. Esquizofrenia indiferenciada

Surge quando há sintomas de esquizofrenia, no entanto estes não encaixam nos outros tipos e, por isso, a pessoa não se encaixa nos tipos de esquizofrenia citados.

5. Esquizofrenia residual

É uma forma crônica da doença. Acontece quando os critérios para esquizofrenia ocorreram no passado, mas não estão ativos atualmente, entretanto, ainda persistem sintomas negativos como lentificação, isolamento social, falta de iniciativa ou afeição, expressão facial diminuída ou falta de autocuidado, por exemplo.

 

 

TRATAMENTO

O tratamento da esquizofrenia é orientado pelo psiquiatra, com medicamentos antipsicóticos, que ajudam a controlar principalmente os sintomas positivos, como alucinações, delírios ou alterações do comportamento.

Outros medicamentos do tipo ansiolíticos, ou estabilizadores do humor, podem ser usados para aliviar os sintomas em caso de agitação ou ansiedade, além de antidepressivos, pode ser indicada no caso de depressão.

Além disso, é necessária a realização de psicoterapia e terapia ocupacional, como forma de contribuir para uma melhor reabilitação e reintegração do paciente ao convívio social. A orientação à família e o acompanhamento por equipes de apoio social e comunitárias também são medidas importantes para melhorar a eficácia do tratamento.

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Esquizofrenia
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Terapia Holística

Você conhece os benefícios das Terapias Holísticas para a Saúde Mental?

Terapia holística é um nome dado a várias técnicas que têm em comum o fato de enxergarem o ser humano em sua integridade, e não como um fragmento. Objetiva-se ajudar o paciente a melhorar a qualidade de vida e chegar ao seu ponto máximo de equilíbrio físico, emocional, energético, espiritual e social por meios de estímulos naturais, mediante a autoajuda ou despertar da consciência sobre seu corpo e seu papel no meio em que vive. Através de variados métodos holísticos (aromaterapia, reike, reflexologia, cromoterapia, florais entre outros), um bom terapeuta tem condições de investigar o que está ocasionando o desequilíbrio e assim poder ajudar as pessoas a lidarem com problemas como: estresse físico ou emocional; dores nas costas; tensão excessiva; depressões; insônia; TPM; ansiedades; medos; síndromes; bloqueios e possíveis traumas. Também pode ajudar a clarear questões como insatisfação no trabalho, problemas nos relacionamentos, falta de prosperidade financeira, baixa autoestima, falta de autoconfiança e inseguranças. Existem diversos benefícios que o público ainda desconhece; contudo, a terapia holística pode auxiliar o indivíduo por caminhos onde o trabalho das energias e a renovação das mesmas possam ajudar encontrar um novo direcionamento uma nova forma com mais leveza para enfrentar seus medos traumas e dores e assim com o passo a passo a energização o encontro e o equilíbrio destas vibrações. As terapias holísticas nos permitem conectarmos com todas as partes emocionais, espirituais e enérgicas de seu ser, de uma forma mais ampla, para que o paciente consiga compreender e entender pontos importantes de sua personalidade. Assim, é muito comum ver pessoas que se encontravam em um estado negativo melhorar consideravelmente após começar a terapia. A eficácia de técnicas terapêuticas alternativas costuma ser calorosamente questionada no mundo médico. No entanto, alguns estudos demonstram que práticas como a acupuntura, a reflexologia e até mesmo a aromaterapia podem proporcionar melhoras no bem-estar e qualidade de vida geral. Quando pensamos em tratamentos para depressão ou outros transtornos mentais, o que vem à mente são medicamentos e psicoterapia. A maioria das pessoas procura o médico para tratar doenças físicas e psicológicas. No entanto, é válido dizer que as terapias alternativas são opções possíveis para complementar o tratamento e a prevenção de transtornos mentais. Elas são capazes de manter a saúde mental e física sempre regular. Além disso, o número de pessoas que optam por elas está cada vez maior. Quais os benefícios das terapias alternativas? Por conta de sua característica natural, emocional e até mesmo espiritual, os tratamentos para depressão e demais transtornos influenciam, principalmente, nossas crenças, pensamentos, autoestima, perspectiva de vida e humor. Em síntese, as terapias alternativas atuam em questões emocionais as quais agravam as condições de doenças físicas e psicológicas. Se não forem tratados adequadamente, o estresse, ansiedade, nervosismo, desânimo, e a tristeza podem resultar nos mais variados transtornos mentais. Quando devo optar pelas terapias alternativas? Se você procura tratamentos para questões emocionais que vão além dos medicamentos tradicionais, primeiro, é importante discutir as opções com seu médico e psicólogo. Eles irão avaliar e unir terapias complementares ao tratamento. Lembro-me que quando comecei a terapia, por conta de um quadro de depressão, meu psicólogo recomendou que eu buscasse encontrar uma atividade física que me trouxesse prazer e sensação de bem-estar. Mais que isso, ele também recomendou que eu passasse a adotar algumas práticas de autocuidado, como uma sessão de massagem ou reflexologia, para tentar relaxar. Seguindo a orientação do profissional que o acompanha, você evita que as demais práticas influenciem a eficácia dos medicamentos e da psicoterapia. Não procure terapias alternativas apenas por recomendações alheias. Estude bem antes o que será benéfico para você, pois o que funciona para milhares de pessoas pode não garantir os mesmos efeitos para você. Visite o local de atendimento do profissional para explicar a sua situação. Se você não foi diagnosticado, mas busca prevenção e bem-estar, as terapias alternativas podem ajudá-lo a encontrar o equilíbrio entre saúde do corpo e da mente. No tratamento psicológico, muitas vezes é mencionado o conceito de “mente sã, corpo são”, o qual promove um ajustamento entre emocional, psicológico e físico. Por exemplo, ingerir alimentos mais saudáveis e praticar atividades físicas são recomendações comuns para todos os pacientes. Neste aspecto, as terapias alternativas são aliadas do tratamento principal.  Tipos de terapias alternativas  As terapias abaixo são exemplos de ótimos complementos para quadros de depressão, ansiedade e outros transtornos mentais. Para encontrar a melhor para o seu quadro atual, talvez seja necessário experimentar mais de uma. Acupuntura Tradicionalmente chinesa, esta terapia milenar caracteriza-se pelo estímulo de pontos distribuídos pelo corpo por meio de uma agulha. A acupuntura consiste no equilíbrio da energia corporal, pois desbloqueia os pontos que carregam energia por nossos membros. A dor, na visão da acupuntura, é causada por um desequilíbrio energético. Ao harmonizar novamente os pontos, ela desaparece. É eficaz no controle da ansiedade, insônia e estresse. Terapia de Florais Florais são essências compostas por plantas e flores diversas. Cada floral está associado a uma emoção ou um traço de personalidade. O floral ajuda no tratamento de sentimentos negativos referentes a uma situação do presente. Como a acupuntura, também atua no equilíbrio energético da pessoa, mas voltados para o emocional. Assim, o tratamento com florais para a depressão atua sobre emoções negativas específicas. Homeopatia É um método terapêutico que, através do histórico detalhado do paciente, introduz uma pequena quantidade de um remédio para curar um problema. Uma das ideias centrais da homeopatia é que as substâncias naturais que podem desenvolver sintomas e doenças também conseguem curá-las. Da mesma forma, a homeopatia também trabalha no equilíbrio energético, impulsionando a energia vital do indivíduo. No tratamento homeopático, ele trabalha na diminuição das sensações negativas ao trabalhar o interior do indivíduo.   Fitoterapia A fitoterapia é o estudo das plantas medicinais. Consiste na utilização externa e interna de vegetais in natura ou na forma de medicamentos para a prevenção e tratamento de doenças.  A fitoterapia baseia-se na harmonia do homem com a natureza, pois acredita que a interação com o ambiente é importante a saúde das pessoas. Essa prática é disseminada por diversas culturas tradicionais. Algumas plantas medicinais bastantes conhecidas são: gengibre, alecrim e açafrão.  Meditação A meditação consiste em mudar

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Mindful Eating
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O que é Mindful Eating?

O que é Mindful Eating? O Mindful Eating (Comer Com Atenção Plena) é uma abordagem da nutrição que propõe trazer atenção ao momento presente e busca entender como os mecanismos de fome e de saciedade podem ajudar você a ter uma relação mais consciente com a comida. É uma visão mais holística da forma como devemos nos alimentar, sem classificar a comida como “permitida” ou “proibida”, diminuindo a sensação de culpa e atendendo aos sinais internos do corpo, o que permite, por exemplo, o consumo de indulgências, desde que se respeite as questões de quantidade e frequência da ingestão desses alimentos. O Termômetro da Saciedade Outra dificuldade da maioria das pessoas é perceber a saciedade, aquela sensação de que já comemos o suficiente e é hora de parar. A nossa boca é estimulada pelos nutrientes do alimento e as paredes do estômago se esticam para acomodar o volume de comida que está chegando. Receptores nervosos enviam ao cérebro a mensagem de que o estômago está se expandindo. Enquanto isso, os níveis de grelina, um hormônio produzido quando o estômago está vazio, vão diminuindo – dizendo ao cérebro para parar de comer. O mecanismo da saciedade também é enviado a partir de repostas no intestino, no pâncreas e no tecido adiposo (gordura), por meio da liberação de hormônios, neurotransmissores e outros sinalizadores. Quer dizer, há toda uma orquestra interna acontecendo enquanto nos alimentamos. Existe um tempo, cerca de 20 minutos, para que cheguem ao cérebro os avisos de saciedade, por esse motivo também devemos comer sem pressa, mastigando devagar, percebendo e se conectando com a comida. Comprar, Preparar, Comer, Saborear O Mindful Eating não envolve apenas o comer, mas também o pensamento e julgamento sobre a comida, desde sua compra ou pedido no restaurante, até seu preparo. Focar no sabor, na textura e no aroma do alimento, nas emoções que ele provoca (culpa, prazer, repulsa, ativação da memória afetiva) e também no ambiente da refeição (que pode ser de uma simples fruta a um jantar completo) são habilidades desenvolvidas no processo de Mindful Eating. Esse desenvolvimento sensorial aliado à observação do pensamento e das emoções que surgem enquanto comemos, melhoram as respostas disfuncionais comuns à alimentação como culpa, punição, restrição e autoindulgências excessivas.  Benefícios do Mindful Eating Restaurar a conexão entre o corpo e seus sentidos de visão, olfato, paladar e tato. Aprender a restaurar a percepção de saciedade. (Re)tomar consciência dos pensamentos e crenças limitantes sobre alimentação, que reforçam padrões alimentares prejudiciais à saúde. Restabelecer a intuição alimentar. Identificar sentimentos de culpa e vergonha sobre a comida e sobre o ato de se alimentar. Eliminar o autojulgamento negativo e crítico sobre o próprio corpo, desenvolvendo aceitação, respeito, gratidão e amor por ele. O Mindful Eating, engloba processos que podem levar um pouco de tempo e concentração para a prática, preferencialmente apoiados por um terapeuta habilitado, mas que com disciplina e como tudo que envolve nossas cognições, a atenção plena deve ser treinada. Outras Práticas Diárias Úteis aos Pacientes Outras práticas como a varredura corporal e exercícios de respiração-corpo-pensamentos são bastante utilizadas, mas algumas práticas diárias já podem introduzir a prática do Mindful Eating em nossa rotina: 1 – Reduza a velocidade da mastigação: Mesmo que o tempo para fazer a refeição seja pouco, deve ser feito com ATENÇÃO e vagarosamente. 2 – Sente-se à mesa: Comer enquanto anda, dirige ou de pé e qualquer uma de nossas multitarefas paralelas do dia não nos conecta à refeição e percepção de saciedade. 3 -Desperte a curiosidade e conexões: Ao olhar para o alimento, tente fazer todo o caminho que ele percorreu (desde sua plantação ao preparo) para chegar ao seu prato. 4 – Coma apenas / Perceba (tarefa das mais difíceis): que o alimento oferece: cor, textura, proporção e sabor.. 5 – Observe suas sensações – Perceba emoções e sentimentos que surgem ao longo da refeição. 6 – Coma o suficiente: Qual seu grau de saciedade? Pense sempre numa escala de zero a dez seu grau. Pare ao percebê-la, mesmo que ainda haja comida no prato. 7 – Elimine a Culpa: Pemita-se aproveitar cada garfada e pedaço. A culpa aumenta o comer sem atenção. 8 – Treine: Exercitar a atenção plena com regularidade vai torná-la um hábito 9 – Agradeça: A quem preparou, plantou, transportou. Agradeça sua oportunidade em poder escolher e fazer aquela refeição. A gratidão desenvolvida nos reconecta: corpo, cérebro e emoções A grande lição Mindful Eating é a analogia com o que fazemos com o nosso presente: se o engolimos com pressa e falta de atenção, deixamos de perceber detalhes e oportunidades do que ele, e a vida, tem a nos oferecer. Aqui na Mental Mais Saúde você conta com o Programa de Emagrecimento Inteligente, orientado pela nossa nutricionista Rayane Custódio, e pelos nossos psicólogos, hipnoterapeutas e médico ortomolecular, para trazer o equilíbrio nutricional que seu corpo precisa e ainda cuidar bem da sua saúde mental durante todo o seu processo de emagrecimento e nutrição. Agende Sua Consulta Agora que você já sabe conhece os principais alimentos que beneficiam sua saúde mental, agende uma consulta com a nossa nutricionista através do telefone/WhatsApp 11 93953.7722. Ou clique no botão de WhatsApp no nosso site.    Clica no vídeo abaixo e vem conferir a fala da nossa nutricionista no quadro “O Especialista Responde”, tirando algumas dúvidas sobre Nutrição e Comportamento Alimentar, no canal da Mental Mais Saúde no Youtube.  Nos Siga nas Nossas Redes Sociais INSTAGRAM: @mentalmaissaude_ FACEBOOK: Mental Mais Saúde YOUTUBE: Mental Mais Saúde Gostou desse conteúdo? 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Psicoterapia

Síndrome de Burnout

Você sabe o que é ? A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico causado pela exaustão extrema, sempre relacionada ao trabalho de um indivíduo.Essa condição também é chamada de “síndrome do esgotamento profissional” e afeta quase todas as facetas da vida de um indivíduo. O burnout pode transformar pessoas apaixonadas e comprometidas com suas carreiras, em pessoas apáticas, sem entusiasmo pelo que fazem e profundamente desiludidas com seu trabalho.Não há exames laboratoriais para diagnosticar a Síndrome de Burnout como hemograma, análise bioquímica, macroscópica, microscopia, etc. O diagnóstico é basicamente clínico, ou seja, uma entrevista para levantamento da história da pessoa e sua relação com a realização pessoal no trabalho O tratamento da Síndrome de Burnout é feito basicamente com psicoterapia, mas também pode envolver medicamentos (antidepressivos e/ou ansiolíticos).O tratamento normalmente surte efeito entre um e três meses, mas pode perdurar por mais tempo, conforme cada caso

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